Teus movimentos ávidos
teu olhar louco, estratosférico
teus gestos rápidos e interruptos
teu sorriso faminto
Eu alimento a chama
que em ti arde
com óleo e azeite
e vinho (sublime!)
Eu alimento a chama
que tu digeres, fanaticamente, categoricamente
e me perguntas, desinteressada:
“que c’est pas?”





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