Não pedirei desculpas, não pedirei calma, não pedirei que leiam... Pedirei apenas que ignorem, pois, as seguintes palavras, publicadas com o intuito não de entreter ou agradar, e sim com o sentido de desabafar...
Um certo dia, há poucos meses atrás, ele acordou com uma idéia. Produziria poemas e histórias, descreveria com magnificência os valores, ideais e pensamentos que possuía, escreveria às massas, tornar-se-ia um autor! Seus textos e parágrafos, contos, crônicas, poemas e poesias foram juntados e então, procurou um meio de fazê-los veicular. Não era ambicioso muito menos burro o suficiente para crer que editoras pagariam para ter seus textos, ainda amadores, num livro e publica-los. Possuía amigos que, como ele, eram autores amadores, simples, mas autores.
Convidou-os, inicialmente, para conversar. Conversaram algumas horas e heis que a idéia surge: Faremos no maior meio de comunicação gratuito existente na humanidade, a internet! Pesquisou, formatou e então, publicou! Seu primeiro texto com esse intuito fora às massas, agora só restava publicidade. Boca-a-boca foi o meio escolhido, e então iniciou-se a divulgação. Poucos acessos primários, aumentando gradativamente. Publicações frequentes, bonitas, profissionais. Durou um tempo, aliás, muito tempo, sempre com atualizações e novidades. Então, um dos amigos caiu, e abandonou a empreitada, mas não sem antes ter entrado mais um visionário, que no fim, acabou sendo o substituto à altura e superior ao decadente.
Novo ânimo, novo gás, novas publicações, novas críticas, novas idéias! Cessou! Morrera, ou ao menos entrara em coma essa idéia. Publicações parcas, mas ainda ricas, se não mais ricas do que as primeiras. Novidades intelectuais e pessoais, bases das críticas, sumiram. Então, acabaria assim a idéia? Era a maior probabilidade, já que um não conseguia mais postar, os outros dois postavam espaçadamente, e outro abandonara em definitivo...
Então, num surto de inspiração, esse autor retorna à sua boa forma. Cria textos, poemas, poetiza sua vida e seus novos ideais, enfim, RETORNA! Esse é o pequeno conto supostamente real dessa pequena fração de intelectos, chamada Himahimasei. Um, com dom à crítica sócio-política, poetizando tais críticas. Outro, grande poeta e idealizador original, capaz de escrever sobre tudo, e sobre o nada. E por fim, um outro qualquer, contista, incapaz e agora, infértil em idéias. A esse último resta apenas observar e tentar, contudo, fertilizar sua mente com conhecimentos e novamente, buscar a inspiração que, apesar de encontrada, já está tão pura que é impossível lapidar e transformar em algo.
Esse conto-desabafo demonstra o quão cansado de torcer o cérebro esse terceiro autor está, já que criou, novamente, um conto cru, frio, tão difícil de ler e gostar quanto comida gelada e azeda.





31 de agosto de 2009 às 08:39
que fofinho, estou emocionado
31 de agosto de 2009 às 21:13
Putz... metahimagem que foda!! Só me consterna o fato de tu não estar tranquilo com sua atual situação, o que é natural e compreensível, assim como o fato de não conseguir, por hora, sintetizar suas idéias no papel. Mas como tudo é questão de tempo e esse é a relatividade em gênero número e grau, não esquente que logo a deusa inspiradora vem lhe acometer...
No meu caso, ela sempre corre e tenta me
sacanear, mas como sou chato e persistente, acabo conseguindo o que quero (às vezes...)
Fato é que espero anciosamente pra que recobre seus contos, mas não tenho pressa, pois sabe que prezo a qualidade acima de tudo xDDD
Abração e fico extremamente lisonjeado de ter sido citado e elogiado por vossa pessoa.
1 de setembro de 2009 às 10:19
acho que vocês me supervalorizam o.õ
Postar um comentário