Maquinumano que me olha,
Só pra constar, é a descrição de uma câmera de segurança, coisa que eu passei a repudiar recentemente, sem nenhum motivo empírico.
num romance estatístico,
verossímio, linear,
me devora, em seu com-meio,
sempre meio, sem permeio,
sem começo e sem fim;
Não me pinte,
pixelize, eternalize,
instante por instante,
num desgrito constante,
um negrito irritante,
Renoir;
Línguas-de-espadas
não são retratadas,
tinturas térmicas,
nuances epidérmicas
ignoradas pelo olhar.






27 de agosto de 2009 às 20:40
é foda comentar os poemas do Diogo pelo fato de ficar extasiado e sempre surpreso pela alta qualidade dos mesmos! E surpreso com a própria supresa que é cada novo post!
Esse, só pra variar um pouquinho pouco, está muito foda!
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