eu me alimento de arte
ciclos infinitos de cocaína estética
para me dissolver na aura
e pratico a divagação dos pobres aculturados
arte que não por arte, artifício
corante que arrefece o sabor
arte por apenas arte, atroz
concretifica meus artelhos
o gatilho que mata
não é o que estilhaça
não é o que irrompe
pelos caminhos da carne
pelos caminhos do vidro
do que eu já não sou





19 de setembro de 2009 às 22:04
É chato comentar por sempre dizer as mesmas coisas, mas é sempre uma surpresa bastante agradável e sempre interessantissímo ler ou ouvir suas palavras (credo ¬¬ ficou meio gay mas não tem nada de viadagem nisto não!)
a última estrofe é marcante! muito foda!
Postar um comentário