Himahimasei

Artelho

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eu me alimento de arte
ciclos infinitos de cocaína estética
para me dissolver na aura
e pratico a divagação dos pobres aculturados

arte que não por arte, artifício
corante que arrefece o sabor
arte por apenas arte, atroz
concretifica meus artelhos

o gatilho que mata
não é o que estilhaça
não é o que irrompe

pelos caminhos da carne
pelos caminhos do vidro
do que eu já não sou
1 comentários:

É chato comentar por sempre dizer as mesmas coisas, mas é sempre uma surpresa bastante agradável e sempre interessantissímo ler ou ouvir suas palavras (credo ¬¬ ficou meio gay mas não tem nada de viadagem nisto não!)

a última estrofe é marcante! muito foda!


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faLLen

Este é o mistério do quociente:
sobre todos nós, um pouco de chuva tem que cair - só um pouco de chuva.

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Marcel

Não importa o destino, desde que o enfrentemos com o máximo de abandono...

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Uruanno

Na vida, é melhor cair lutando ante seu inimigo que permanecer em pé dando as costas aos seus amigos.

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