Não por ter suprimido o desalento
(periódico)
ou por encontrar o saciador invisível...
Mas por orgulhar-me de certas propensões.
Obscura claridade...
Todo e qualquer orgulho...
simples e ínfimo
complexo e clímax
é falho! Canalha!
(...servos lamuriais)
Qual o significado desta
alegria palhaça...
esparsa!
Fruto infértil, ego!
Tão sólido quanto naftalina...
delgado; volátil
suporte ondulante.
Na crista das ondas
paradisíacas
ei de cair!
Afogar-me no todo azul...
ou ser resgatado de bermudas
(e sem minha querida e fiel prancha)
por desconhecidos altruistas...
Bom, tal poema foi escrito em julho e por nunca conseguir lapidá-lo, resolvi postá-lo, não sei o que dizer dele, mas não apresenta nada de especial nem de novo em relação aos outros, e o final também... bom, leiam e comentem o que acharem. Agradeço aos preciosos leitores.





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