
Acordar...
deixar a cama pra trás
lavar o rosto e encarar
o dia...
Hoje percebi que
estou... enfadonho.
E que minha mesquinhez
é notável...
Assim como minha
marginalidade...
que não é compulsória.
Assim como minha
inércia...
Ainda que eu seja
um magricela.
Fico a esperar
que me chamem
para que assim
eu possa...
E nesta espera
a maquinar idéias
frívolas por demais
e tão infantis
que até as crianças
do maternal desdenham
mesmo sem saber
o que é desdenhar...
Percebo que o
concomitante paulatino
aproximou demais
e isso consumiu
o que restava de poético...
Apesar de estar vivo
e isso basta para poetzar
percebo que minhas letras
já foram seduzidas pelo
Cíclico e em andanças
por ruas europeias
me acho agora na Blasé...
E isso basta
até que eu saía
deste continente...
Após a tempestade
contabilizar...
É... começar tudo
de novo.





25 de julho de 2010 às 16:55
estar vivo para poetisar... depende doq voce considera "viver", não? .-.
25 de julho de 2010 às 20:52
Claro... assim como vale ressaltar o que é não-viver não estando morto, nem moribundo...
No mais agradeço o coment e digo pra ficar à vontade para comentar, necessitamos disso e ficamos muito feliz quando recebemos um comentário sincero de quem não nos conhece.
Obrigado e obrigado de novo! Volte mais vezes e leia o que já publicamos.
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