Himahimasei

Espontaneidades coercivas e reflexões anômalas

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Domingo
totalidade noturna...
ocaso insurge
à janela
esclarecida
pela lua opulenta


Noite clara
e vagarosa
frescor amistoso
e instintos sórdidos,
dissimulados
(diversos lados)


Na rampa
de acesso
à rua...
vaga rosa
dispersa fragâncias
Musgos latentes
evidenciam
o completar
de alguns
outonos...

E em algum
lugar próximo,
trancafiado
dessacessado
da externalidade
opressora...
algum cachorro
chora ao ser
atingido pela
lua

E na minha reclusão
limitada por paredes
descontinuadas,
porta e janela
balaustradas...
urro à lua
pelo abandono
e em voz inaudita
me-é dito
...



Propósitos
são recorrentes
e validados
por compulsoriedades
internas.
Latência perpétua.

1 comentários:

Lua, porque sempre a bela lua a inspirar as almas ?

muito bom.


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Este é o mistério do quociente:
sobre todos nós, um pouco de chuva tem que cair - só um pouco de chuva.

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