Himahimasei

Memórias do Subsolo ~ Estações Ferroviárias e Vagões Humanos


Algures Barra Funda
frênesi cinéreo
Estação para introspecção
deste contemplativo minucial, 
irrisório ser social que 
perscruta diferentes
inercial


 Em sampa
a alteridade é niilista e
minha sensibilidade não-dita
vagueia de soslaio pelas
pessoas que se indistinguem de 
máquinas


 meus olhos,
esses passaportes
não-requeridores de
check-in
seduzidos são pela grandeza de 450 anos
(e sua intermitência
drástica que rumina e
recicla seus esqueletos)
de frieza e canibalismo.



A sedução voluntária
à grandeza inorgânica
é fruto da sedição inconsciente
imanente à pequenez humana que
transcende e se cristaliza sob
a garoa gélida que não acomete
a parcos.


Na baldeação
 diferentes gradação
in subsolo, alterno estações
e neste papel não consigo
borrar a essência...
e pela tangente concebo as 

  "Memórias do Subsolo" 











"poema concebido em meio à aula de sociologia quando revistei minhas impressões acerca de minha breve passagem por sampa no último ocaso semanal para acompanhar o show do diligente Steven Wilson, 21 de Abril de 2k12. Memórias que captaram a frieza do povo paulista quando estive a baldear entre as estações de metrô, primeiramente em compania do bom e velho amigo magricela Diogo e posteriormente com os agradáveis paulistanos: Gargantini, Fernando, Granzzottoo e o nosso conterrâneo de belzonte, Ricardo. 

Poema dedicado aos referidos."
0 comentários:

Postar um comentário

Opiniões

Arquivo


faLLen

Este é o mistério do quociente:
sobre todos nós, um pouco de chuva tem que cair - só um pouco de chuva.

[tirinhas] Estou sem sorte

Twitter RSS Feed Orkut

Acompanhe

nossas Postagens ou Comentários

RSS Feed

Marcel

Não importa o destino, desde que o enfrentemos com o máximo de abandono...

RSS Feed Orkut

Uruanno

Na vida, é melhor cair lutando ante seu inimigo que permanecer em pé dando as costas aos seus amigos.

Twitter RSS Feed Orkut