Novamente consternado por achar o texto desconexo e falho... mas como não postei nada nessa semana, faço-o nesta, ainda que... bom, leiam e comentem mais este elucidador falho... Boa noite, aliás bela noite...
Sem cerimônia, despercebido
Com recepção calorosa, temido
Transeuntes despreparados, atormentados
preenchendo a transitoriedade do outono
Desiquilíbrio...
Solstício!
Outorgando às flores o recolhimento
e através do vento, mensageiro fariseu,
abstrai a entropia e acentua a frieza...
humana
Sazonais amocambados
saciados com sua subsistência
temerosos...
Perenes (por hora) ostensivos, ratos...
Predadores insaciáveis... canibais
arquitetos (mesquinhos e deveras volúveis)
prepotentes desta pocilga voraz
Nesta cinérea...
o vento rasga-lhe a cara
e cede aos marginais, relutantes, o frio...
à elite, em sua saborosa--
as ferramentas para moldar e, quase, saciar
seus gozos e luxúrias...
Bela escuridão...





6 de julho de 2009 às 23:05
Marcel, o homem das reticências. Isso diz alguma coisa, sabia?
Curti.
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