Através do espelho
esqueço de toda esta efemeridade
maquiada em Paris e hostil à Grécia...
(e de mim mesmo.)
Sinto o abstractu
De carona na pauta, salto de nota em nota
completo o compasso, preencho os intervalos...
alcanço o infinito
Transcendo...
O corpo, arcabouço frágil
não mais me deslinda
Comprovo a dualidade De Broglie...
Metafísico (a)
Plural
Consternações...
Dores...
Egoísmo e toda frivolidade
desdenhados e relegados...
Olham-me tristemente por não mais me acometerem
Um sorriso desconvidado surge...
continua a elucidar, não sou capaz de descrevê-lo
afogo-me em prazer e tranquiladade... liberdade.
Through the looking glass...






19 de julho de 2009 às 17:02
Alice... run, Alice! Run, Alice, run!
24 de julho de 2009 às 12:40
Olá, Marcel.
Estou aqui para dizer que me importo, afinal, escrevemos para sermos lidos, ou melhor, como diz uma amiga: boa poesia é aquela que nos lê.
Ah! E devo dizer que o invejo, já que nascestes com o dom da terra de Minas.
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