Noite...
Ao som dos transformadores
escuto os gritos noturnos, urros
silenciosos...
Difusos e dispersos...
Os porcos dormem
Decompositores emergem
deleitam-se ao luar...
sob os substitutos solares.
Todo e qualquer resquício desdenhado
tem altar pomposo...
Na escuridão que ilumina todos.
Sonhos... pesadelos
convergem para o infinito
escuridão incomensurável
das luzias celeste...
Todos, caprichosamente, guardados
em arquivos públicos...
Paz...
pelo simples fato
do homem não desbravar,
digo, prostituir
tal arquivo...
Vazio.
Cosmos
escuridão (sábia) incomensurável...






4 de agosto de 2009 às 18:58
marcel ganhando mais liberdade estética, é isso aí =O
5 de agosto de 2009 às 19:27
se eu não tivesse lido o comentário do diogo, eu não saberia que é do marcel... tá diferente mesmo, parabéns :D
7 de agosto de 2009 às 12:55
dá pra perceber sim, olha que tanto de reticências
anyway, esqueci de comentar, as metáforas estão ficando mais ricas, parece que a cidade vira um circo macabro, sei lá
ou melhor, parece o que eu fazia quando era mais novo, só que agora com maturidade suficiente pra fazer isso
marcel, como diriam tias socialites metidas num café de ricos em BH, você é o antikitsch do nosso blog XD
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