Estes braços longos...
já não abrem tantas portas
não mais me ascende às copas...
Apenas puxa o cobertor.
Membro mutual de um errante
hesitante...
Estas pernas (quase) longas...
querem andar fora da monotonia,
rotina vacilante nem um pouco delirante
Outra hora, carona deliciosa...
tão involuntariamente maltratada, estirada...
muitas variadas cicatrizes
nenhuma atriz
nostálgie...
Enrijecidas pelo orgulho
hesitam, desejam o chão
não sou mais o princípe... querem me derrubar!
Olhos... noites estreladas...
luas... nuas... paixões
Digo apenas que neste momento
é gratificante e tranquilizante saber...
preciosos ostentadores sustentarão outros
Não falarei das lamúrias
não há tempo nem força
para lembrar dessa ambulância...






13 de setembro de 2009 às 00:19
Cada vez melhor. Muito forte, pessoal, quente.
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