Às vezes o dia resolve que quer ser eu-fingido. Eu gosto das palmeiras, suas folhas me lembram das tiras de roupa daqueles mexicanos de filme bang-bang. Seu pescoço bonito, perolado. E o jeito com que elas sorriem, graciosas, e te dizem: "nada de mais, nada demais, né?". Contraponto, as palmeiras têm um quê de orgulho, de pompa, rigidez. Ruim. Planta tem que ter, cheirar, ser pregüiça! É ela quem te diz, tá pensando demais, vai dormir...
E você pensa nas palavras dela.






12 de setembro de 2009 às 10:45
profundo....
da vontade de dormir em uma rede numa varanda de praia
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