Vinte flores regadas a óleo e azeite, como musas
de um universo próprio vespertino de nuvens cerradas
Abóbada celeste com fragrância chinesa
de uma lojinha na esquina
Um cerquinho de sebe acimentada
com begônias bege intragáveis
Adornos sobre os bancos brancos
e Horkheimers industrializados
Afora isso só o caminho da frente
em pequenas pedras ondulantes
cada uma com sua história pequena mas sólida
quantas dessas não foram a minha?
Confesso jardim intra-auricular
que o mundo não está lá fora
não há salvação por trás da teca
então rasgar é um fim por si só
Rasgar as rimas rasgar o verso
rasgar a voz o grito rasgado (que não é urro)
rasgar a teca pretexto e contexto
qualquer interposto que não irrazão
de um universo próprio vespertino de nuvens cerradas
Abóbada celeste com fragrância chinesa
de uma lojinha na esquina
Um cerquinho de sebe acimentada
com begônias bege intragáveis
Adornos sobre os bancos brancos
e Horkheimers industrializados
Afora isso só o caminho da frente
em pequenas pedras ondulantes
cada uma com sua história pequena mas sólida
quantas dessas não foram a minha?
Confesso jardim intra-auricular
que o mundo não está lá fora
não há salvação por trás da teca
então rasgar é um fim por si só
Rasgar as rimas rasgar o verso
rasgar a voz o grito rasgado (que não é urro)
rasgar a teca pretexto e contexto
qualquer interposto que não irrazão
Não vou comentar, então se quiserem seguir o exemplo eu não me importo.





27 de outubro de 2009 às 23:22
A recíproca costumamente é falha (pra yo) mas desta vez não o é! "é díficil comentar seus poemas".
Fato é que, por hora, depois de um dia inteiro de olhos fixados em letras minúsculas, não consigo entender o âmago desse poema, mas achei-o foda, mesmo no superfície, e relerei-o depois...
No mais...
28 de outubro de 2009 às 21:03
"Rasgar as rimas rasgar o verso"
auto-explicativo
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