Gênesis da incongruência
Deve ser o primeiro poema em versos rítmicos do blog. É um soneto de versos rimados octossilábicos, sem pausa obrigatória em quartas (e sim, o último trecho é livre). Desculpem por qualquer erro, foi feito sem muito labor e o autor não é lá competente em versos rígidos.
ataca o vôo do porvir
teu nome a ânsia do não-ser,
tessitura do que nunca vi
Nêmesis dos fortes e fracos
trilha tortuosa do poeta
no canto do alvorecer,
augúrios de voz discreta
Cessa o que a musa canta
cessa em canto heróis viris
alma excreta se alevanta
cessa o grito de cardos vis
O enlevo definitivo:
por hoje, amanhã, pela eternidade.






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