Himahimasei

Paus e pedras

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choveu muito aqui no bairro mês passado
tudo pilhado, ilhado, uma ilha irrisória
onde sucessos e fracassos se diluiam
entre restos de comida na enxurrada

curioso setembro, furioso setembro
o meu liquidificador às avessas
porque despite the rain a água é a mesma
só não sabe se é turva ou translúcida

still ela corre, inveterada
cinestesia difusa
em pura sinestesia

arrastando paus e pedras
indo embora sempre e aos poucos
me arrastando também.


É pau, é pedra, é o fim do caminho (mas sem promessa de vida). E não, não é um quadro.
2 comentários:

acho que é seu primeiro poema que realmente me afeta...


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faLLen

Este é o mistério do quociente:
sobre todos nós, um pouco de chuva tem que cair - só um pouco de chuva.

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Marcel

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Na vida, é melhor cair lutando ante seu inimigo que permanecer em pé dando as costas aos seus amigos.

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