Um ponto...
é o fim
para os convergentes
... uma luz em meio a claridão
é norte, sul... Seul
Um ponto
é mais que um ponto
são dois pontos
uma reta
que enumera e atrevessa
o infinito
de um não-ponto
É o início
o fim
dos indecisos
Dois pontos são
segmentos limitados
início e fim distintos
Um ponto é infinito
divisor de águas...
Nunca são três pontos
reticentes
A escuridão contida
num comprimido branco
a clareza na ausência de luz
a ausência no dicionário
a (in)certeza
é um.
Possivelmente o texto mais viajado que escrevi até aqui, agradou-me por conseguir transpor pro papel algo inexpressível que ressoava em minha cabeça... Ao som de Kveldssanger e Perdition City sintetizei isso na baixa madrugada... melhor hora do dia pra qualquer coisa! Os barulhos do silêncio são salutares demais...






12 de outubro de 2009 às 23:20
momento hora da estrela para a explicação da poesia
genial a fuga de tema, man, gostei mesmo =)
13 de outubro de 2009 às 00:53
adorei XD
realmente mto viajado *-*
13 de outubro de 2009 às 12:07
De um único ponto de faz o universo, multiversos...
Show de bola!
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