Não é bem o primeiro que publico com esse trabalho do Jackson Pollock...
pintura residual tem mais de um sentido nesse blog.
olha ali na frente, aquela porta é o seu inverso
com parede e bem ornada e com uma maçaneta linda
engraçado que ninguém olha para ela nunca repara
não importam os adereços
foi fazendo o exercício que reparei
na beleza que há numa porta suja
na madeira podre e no metal puído
como aquela rima de tanto tento e tempo atrás
e reparei
que a diferença em soneto e sonata
é mais que som ou silabário
transgredir a estrutura
até ruir a ruptura
nunca me levou a um scherzo






21 de dezembro de 2009 às 16:08
Como dito antes, um quê de esperança.
não continuarei o comentário, simplesmente pq já sabe o que vou dizer...
24 de dezembro de 2009 às 01:03
Estranho... como comentei contigo, eis um poema de díficil assimilação que antiteticamente sei bem o que diz mas não consigo ficar tranquilo ao lê-lo, tipo as dúvidas que ele incita e a dúvida-mor que reside no fato da dúvida a respeito da real compreensão do texto...
De qualquer jeito, foge, novamente, do seu estilo e sim, esboça algo novo que elucida um avanço em sua garimpada escrita...
Excelente texto!
24 de dezembro de 2009 às 15:00
entendi menos do seu comentário que você do meu poema
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