Nas minhas mãos
carrego toda a decadência idílica
da nossa geração
nossa bola é outra
nossa Cola é outra
e nosso sonho a padaria não vende mais
em minha boca
carrego nossa incompetência
operacionalizada e intelectual
línguas que não dizem
dentes que mastigam sorrisos
e o resto de um sonho velho, no céu da boca
desculpem pela falta de estilização, não quis pensar muito pra publicar





25 de janeiro de 2010 às 12:18
"Acreditávamos que mudaríamos o mundo:
À noite, sonhávamos e,
durante o dia,
comíamos os sonhos da padaria em frente." [Alex Polari]
Na garganta a separação...
o limitador palpador
que nos faz engolir
sonhos e sapos...
Não aceita restrição...
Poema foda e bastante condizente com esta vigência absorta de tristezas, em sua maioria, e questões psicológicas agradáveis...
E é sempre bom ver esse pique renovado
25 de janeiro de 2010 às 19:46
Não sei nem o que dizer... Nem direi que é um bom poema já que deve saber muito bem disso, me absterei de comentários, não penso em nada à altura ou remotamente à altura.
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