Quantas idas e vindas
com deslocamento nulo
Esses trilhos
de comprimentos
de onda constante
Já me mostraram
coisas impossíveis
de se enumerarem
ainda que finitas sejam...
Coisas tão
únicas.
Por ser abençoado
(ou amaldiçoado)
estive presente
em interstícios
tão singulares
Passageiros
estranho...
Ainda que os ribeirinhos
estejam sempre incomodados
em função do progresso
são naqueles
que se nota
o deslocamento dos ponteiros...
Nestes trilhos
convergentes-divergentes
os interesses(...)
é que determinam
os destinos.
Agradeço ao Uruano por ter me suscitado a fazer esse poema, ainda que não tenha ficado satisfeito com o todo... se algum dia achar o que lhe falta, completo-o. No mais, eis meu segundo texto que trata de estações e trens, o primeiro...
http://himahimasei.blogspot.com/2009/09/euxperiencia.html E pego o bonde três estações após os meus companheiros de hima terem entrado...
espero que consiga chegar ao mesmo vagão que eles...






6 de dezembro de 2009 às 23:12
Estamos todos na mesma cabine, meu caro....
6 de dezembro de 2009 às 23:28
cara eu como um eterno viajante dos trilhos sobre rodas ou nao... tenho que concordar (acho que estou começando a entender o siginificado das... a deixa pra la)
7 de dezembro de 2009 às 21:07
Tão bom quanto o conto que lhe deu inspiração ^^ só achei-o com uma sensação de vazio, talvez proposital, mas que no fim se tornou parte integrante e importante do poema! Adorei, tio!
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